sábado, 23 de abril de 2011

construindo foguete parte 3

Dia Mundial da Terra: imagens mostram o planeta visto do espaço

Dia Mundial da Terra: imagens mostram o planeta visto do espaço22/04/2011, 11h37

Flor cadáver floresce na Suíça pela primeira vez em 75 anos

http://noticias.terra.com.br/ciencia/fotos/0,,OI152649-EI238,00-Flor+cadaver+floresce+na+Suica+pela+primeira+vez+em+anos.html

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Documento do FBI cita oficialmente captura de óvnis em Roswell

11 de abril de 2011
Documento afirma que força aérea americana teria encontrado três óvnis no Novo México
Reduzir Normal Aumentar Imprimir O FBI publicou nesta segunda-feira um documento que aparentemente prova a captura de óvnis no famoso caso de Roswell, no Novo México. Segundo o documento, na data de 29 de março de 1950, um investigador da força aérea norte-americana relata o encontro de três discos voadores, que seriam ovais e com uma protuberância no centro (bem como nos filmes de ficção científica que tratam do assunto), com cerca de 15 m de diâmetro.
O documento, enviado pelo agente especial Guy Hottel à diretoria do FBI, está disponível na internet junto a milhares de outros documentos no novo sistema de pesquisa da agência chamado "The Vault". O nome do investigador que teria descoberto os discos voadores e do agente a quem ele relatou o ocorrido foram rasurados no documento disponibilizado online.
Ainda de acordo com o documento, o investigador teria encontrado em cada um dos discos voadores três corpos semelhantes aos de um humano, mas com baixa estatura. Os "seres" mediam cerca de 90 cm e vestiam roupas metálicas ultrafinas, segundo o que foi relatado.
Hottel informou que o investigador disse acreditar que os discos voadores foram encontrados no Novo México "pelo fato de o governo americano possuir um radar muito poderoso na área e acreditar-se que os radares o próprio radar poderiam interferir no controle mecânico dos discos voadores". Veja o documento em http://vault.fbi.gov/UFO/UFO%20Part%208%20of%2016/view (página 34).
A cidade de Roswell se tornou muito famosa depois de relatos de que um disco voador teria caído no deserto, perto de uma base militar, perto do dia 2 de julho de 1947.
Segundo diversas teorias, os corpos do alienígenas teriam passado por autópsia do exército americano, que teria encoberto o incidente.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Qual a diferença entre pernilongo e borrachudo?

Embora muita gente faça confusão, esses dois insetos são bem diferentes, tanto em seus hábitos quanto nos detalhes de sua anatomia. Os pernilongos são maiores que os borrachudos, que têm a aparência de uma mosca minúscula. Pernilongo, por sinal, é o nome popular dado a vários mosquitos da família Culicidae, sendo os mais conhecidos o Aedes aegypti (transmissor da dengue), o Anopheles sp. (vetor da malária) e o Culex sp. (chamado de "pernilongo caseiro").
O borrachudo (Simulium sp.), também conhecido como pium na Amazônia, faz parte da família Simulidae. "Esses dois insetos habitam lugares distintos: o primeiro vive frequentemente dentro das casas ou em seus arredores, enquanto o borrachudo é encontrado perto de córregos e rios de água com correnteza límpida e transparente", afirma o professor José Maria Soares Barata, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Em comum, eles têm o fato de serem hematófagos, ou seja, se alimentarem de sangue. É por isso que ambos não perdem a oportunidade de picar os humanos, para quem podem transmitir várias doenças. Além da dengue e da malária, os pernilongos são capazes de disseminar a elefantíase, enfermidade caracterizada pelo inchaço das pernas e de outras partes do corpo. Já o borrachudo pode passar a oncocercose, mal que em alguns casos leva a pessoa enferma à cegueira.

Iguais só no tormento
Ambos atazanam com suas picadas, mas os pernilongos são maiores e mais delgados

CORPO A CORPO
Além de bem maior (mede cerca de 10 milímetros), o pernilongo tem o corpo mais delgado e com coloração mais clara que o borrachudo. Este (que mede 6 milímetros) tem o corpo mais grosso e quase preto
AGULHADA X MORDIDA

Usado para sugar sangue, o aparelho bucal do pernilongo é formado por uma espécie de tromba, que age como uma agulha . Já o borrachudo tem um aparelho bucal mastigador , que dilacera o tecido da pele antes de chupar o sangue

SEM DAR ASAS À CONFUSÃO

As asas do pernilongo têm uma série de escamas que formam padrões diferentes de desenhos , enquanto as asas do borrachudo são lisas e transparentes
ANTENADOS COM AS MEDIDAS

As pernas e as antenas do pernilongo são muito compridas, principalmente quando comparadas de perto com as pernas e antenas mais curtas que possui o borrachudo

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Cientista propõe insetos como fonte alternativa de proteína


Segundo o relatório, dentro de 20 anos, serão necessários 40% mais alimentos, 30% mais água e 50% mais energia para suprir as necessidades da .... Foto: Reuters/BBC Brasil Segundo o relatório, dentro de 20 anos, serão necessários 40% mais alimentos, 30% mais água e 50% mais energia para suprir as necessidades da população do planeta
Foto: Reuters/BBC Brasil

Um insectólogo holandês vem fazendo uma campanha para convencer o mundo ocidental a adotar um costume que, segundo ele, é bastante comum nos trópicos: comer insetos (prática conhecida como entomofagia) como fonte alternativa e sustentável de proteína.
A proposta de Arnold van Huis, detalhada em artigo publicado na revista The Scientist, não é nova. Em 1885, o insectólogo britânico Vincent M. Holt escreveu um pequeno livro intitulado Why not eat insects? (em tradução livre, por que não comer insetos?).
Os argumentos dos dois especialistas, no entanto, ganham força num momento em que o mundo procura soluções para a crise dos alimentos. Na Grã-Bretanha, um estudo sobre alimentos e o futuro da agricultura encomendado pelo governo e divulgado nesta semana pede ação urgente para evitar a fome global.
Segundo o relatório, dentro de 20 anos, serão necessários 40% mais alimentos, 30% mais água e 50% mais energia para suprir as necessidades da população do planeta. O sistema atual de produção, além de não ser sustentável, não será capaz de suprir a demanda, argumentam os autores do estudo, realizado pelo centro de estudos Foresight.
Relatórios como esse tendem a ser usados como base para argumentos a favor do uso de técnicas de engenharia genética para produzir alimentos. A saída oferecida por van Huis, da Wageningen University, na Holanda, é mais direta e evita a questão polêmica dos transgênicos.
Nutritivos Em entrevista por e-mail à BBC Brasil, o insectólogo não quis recomendar um inseto em especial, dizendo que tudo depende da forma como são preparados. Ele disse que algumas espécies têm sabor semelhante ao das oleaginosas (como o gergelim, por exemplo) e ressaltou que nem todas as espécies são comestíveis, já que algumas são venenosas.
"Insetos venenosos são consumidos nos trópicos, mas a população local sabe como lidar com isso, removendo o veneno", explicou.
Quanto ao seu valor nutritivo, a carne do inseto é comparável às tradicionais, como a de porco, vaca, carneiro e peixe. Segundo van Huis, o conteúdo proteico de um inseto varia entre 30 e 70%, dependendo da espécie. Eles também são ricos em ácidos graxos essenciais e vitaminas, especialmente as do complexo B.
Em seu artigo, o insectólogo diz que mais de mil espécies de insetos são comidas nos países tropicais, entre elas, larvas de borboleta, gafanhotos, besouros, formigas, abelhas, cupins e vespas.
E as baratas? Elas também são comestíveis? Van Huis disse à BBC Brasil que, em suas viagens, nunca viu ou ouviu relatos de pessoas comendo baratas. Mas acrescentou: "Um colega, que está fazendo um inventário de insetos comestíveis, encontrou baratas comestíveis".
Em seu artigo na revista The Scientist, Van Huis escreve, no entanto, que os ocidentais se enganam quando pensam que os povos dos trópicos comem insetos porque estão passando fome. Pelo contrário", ele diz. "Um petisco de inseto é com frequência considerado uma iguaria". Este seria o caso, no Brasil, da formiga tanajura. Segundo especialistas brasileiros, essa formiga, fêmea ovada das saúvas, é considerada uma verdadeira guloseima no Brasil.
Crise da Carne Segundo o insectólogo, o consumo mundial de carne quase triplicou desde 1970 e deve dobrar até 2050. Ele diz que 70% da terra cultivada já é usada para alimentar rebanhos. Van Huis diz que uma intensificação ainda maior na pecuária em escala industrial poderia aumentar os custos para o meio ambiente e para a saúde.
Criações de rebanhos de grande densidade favorecem o surgimento de doenças. Rebanhos consomem grandes quantidades de água e emitem grandes quantidades de gases responsáveis pelo efeito estufa - como o gás metano, por exemplo.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), as criações de rebanhos respondem por 18% das emissões desses gases.Cupins, baratas e certas espécies de besouro também produzem metano, mas a maioria dos insetos comestíveis, não.
E a carne de insetos ainda apresenta uma outra vantagem em relação à carne tradicional, explica van Huis. "Eles convertem o alimento em massa corporal de maneira mais eficiente", diz o especialista. "Para produzir 1 kg de carne, grilos precisam de 1,7 kg de alimento. Muito menos do que o frango (2,2 kg), o porco (3,6 kg), o carneiro (6,3 kg) e a vaca (7,7 kg).
Portanto, por que não comer insetos? - ele pergunta. E conclui seu artigo sugerindo que governos e empresas deveriam explorar o incrível potencial dos insetos como fonte de carne, promovendo essa indústria. "No sul da África", ele diz, "este já é um negócio de US$ 85 milhões".
Brasil Em declaração à BBC Brasil, o biólogo Eraldo Medeiros Costa Neto, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na Bahia, disse concordar positivamente com a proposta de van Huis.
"No entanto, muitas espécies de insetos apresentam compostos farmacologicamente ativos e, assim, os efeitos tóxicos potenciais dos insetos comestíveis precisam ser investigados com mais atenção", acrescentou. Costa Neto explica que a FAO está realizando um inventário das atividades relacionadas ao consumo de insetos pelo homem.
"A FAO acredita que o papel específico dos insetos comestíveis e seu potencial na segurança alimentar, qualidade dietética e alívio da pobreza está severamente subestimado", diz o biólogo.
"Com esse inventário, será formulada uma estratégia para promover o consumo de insetos em nível mundial". Pesquisas feitas por Costa Neto no Brasil revelaram que insetos fazem parte da dieta de vários grupos indígenas, comunidades urbanas, populações ribeirinhas do Amazonas, grupos de pastores e de pescadores e comunidades afro-brasileiras. O cardápio desses grupos inclui pelo menos 135 tipos de insetos.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Avisos astronomicos

Caros Alunos e Professores:
Alguns aviso importantes:

  - Dia 21 de dezembro é o nosso solstício de Verao. Moradores de regiões próxima à latitude de 23 graus sul, observem suas sombras ao meio dia verdadeiro e verãoo que quase nao possuem sombras, pois o Sol está a pino sobre você. Aliás, é assim que se define o Trópico de Capricórnio, pois é a latitude máxima ao Sul, na qual o Sol fica a pino. Nao deixem de observar.

- Eclipse lunar total. Na mesma data 21/12/10 também haverá um eclipse lunar total. Nao percam. Vejam detalhes em http://www.astronomia.org/2010/eclipseluna12.html
ou http://pt.wikipedia.org/wiki/Eclipse_lunar_de_21_de_dezembro_de_2010

- Curso gratuito à Distância de EVOLUCÃO ESTELAR do Observatório Nacional. Inscrições e informações no link: http://www.on.br/site_edu_dist_2011/site/inf_gerais.html

  -  desconto para contratar o Planetário Móvel chamado "Teatro das Estrelas": Todo agendamente realizado entre 01/12/10 e 26/03/11 de escolas participantes da OBA terão 50% de descontos. Falar com Gesoaldo Maia em Planetario@teatrodasestrelas.com.br
ou no link do planetário  ou http://www.teatrodasestrelas.com.br/
 

- CHUVA DE METEOROS (informações dadas pelo Professor Luis CArlos Gomes):
Este ano de 2010 está plenamente favorável para se apreciar a chuva de meteoros Geminídeos. A observação da chuva de meteoros Geminídeos constitui o grand finale para os observadores de meteoros. Em regra, os dois momentos mais prolíficos para o aparecimento de meteoros no céu são os Perseídeos em agosto e os Geminídeos em dezembro. Neste ano a lua-cheia não irá atrapalhar as observações, pois estamos em plena fase crescente e ela já estará abaixo do horizonte antes de meia-noite. Portanto, a partir das 21h45min, até 05h45min poderemos ficar deitados em uma cadeira-de-praia, ou num tapete olhando para o céu e contando estrelas-cadentes. O máximo dos Geminídeos acontece em torno de 01h45min, quando a constelação de Gemini se encontra no alto do céu. A taxa prevista é de 50 meteoros por hora! Numa noite “normal” podemos apreciar até 5 meteoros por noite. O pico da chuva de meteoros acontecerá entre os dias 13 e 14 próximos. Mas hoje, desde que nuvens não atrapalhem, eles já podem ser vistos no céu. Outra cosia: nada de binóculos ou telescópios! 

sábado, 27 de novembro de 2010

O voo da serpente

Agência FAPESP – Para quem tem ofidiofobia, a perspectiva de encontrar serpentes não no chão, rastejando, mas “voando” por sobre suas cabeças, está longe de ser das melhores. Mas é o que ocorre com algumas espécies encontradas no Sudeste Asiático, que são capazes de se deslocar pelo ar, de uma árvore a outra, ou das árvores para o solo. Cientistas da Virginia Tech, nos Estados Unidos, analisaram os mecanismos por trás da inusitada capacidade dessas espécies e apresentaram os resultados em encontro da American Physical Society Division of Fluid Dynamics (DFD), na Califórnia, nesta segunda-feira (22/11).
O grupo registrou em vídeo os deslocamentos pelo ar de exemplares da Chrysopelea paradisi, que se atiraram do alto de uma torre de 15 metros de altura até o chão.
Os registros foram feitos com quatro câmeras instaladas em pontos diferentes, o que permitiu aos cientistas fazer uma reconstrução em três dimensões das posições do corpo do animal enquanto planava.
A análise da dinâmica de movimentos e das forças atuantes indicou que o réptil, apesar de se deslocar no ar por uma distância considerável com relação à dimensão de seu corpo, não atinge um estágio de equilíbrio com relação ao próprio movimento.
Ou seja, não chega a um ponto em que as forças geradas por seu corpo ondulado se contrapõem exatamente à força que puxa o animal para baixo, o que faria com que se movesse em velocidade e angulação constante. Por outro lado, a serpente também não cai simplesmente no chão.
“Em vez disso, ela é empurrada para cima, mesmo que se mova para baixo, porque o componente para cima da força aerodinâmica é maior do que o peso do animal”, disse Jake (John) Socha, um dos autores do estudo. O trabalho também será publicado na revista Bioinspiration and Biomimetics.
“Hipoteticamente, isso significaria que, se a serpente continuasse com esse deslocamento, acabaria mesmo se movendo para cima, o que seria algo ainda mais impressionate. Mas nosso estudo aponta que o efeito é apenas temporário e que a serpente acaba chegando ao chão após o deslocamento”, disse.
O artigo Non-equilibrium trajectory dynamics and the kinematics of gliding in a flying snake, de John J. Socha, poderá ser lido por assinantes da Bioinspiration and Biomimetics em ??
Mais informações: http://iopscience.iop.org/1748-3190

Chineses conseguem armazenar dados em DNA. Seu próximo HD pode ser 1 g de bactéria!

Pensando em solucionar o problema de limite de espaço em disco rígido, estudantes inseriram 90GB de dados em 1 grama de célula
O objetivo de inserir mais e mais dados em espaços menores continua, mas tanto os materiais quando as técnicas atuais têm seus limites. E foi olhando para uma bactéria que pesquisadores da Universidade Chinesa de Hong Kong descobriram uma saída para o avanço no armazenamento de dados.
A equipe já conseguiu armazenar 90GB de dados em 1 grama de células e também desenvolveu um sistema de armazenamento que realiza a criptografia de dados por meio do DNA. Um sistema pega os dados originais e os transforma em números e, então, os codifica em uma sequência de DNA. Esse processo também comprime dados para permitir mais espaço de armazenamento na mesma sequência de DNA.
Os testes ainda estão em andamento, mas o time de pesquisadores já provou que pode converter os dados e armazená-los no DNA e retirá-los de volta sem perder qualquer informação. Eles também acreditam que outros dados como imagens, texto, música ou vídeo, podem ser armazenados com este método. O próximo passo é começar a inserção de códigos de barras em organismos sintéticos como uma forma de distinguir os sintéticos dos naturais.

multi 1 ano

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